Feliz Natal mesmo?

Que sentido temos em comemorar o nascimento do Filho de Deus? Essa deve ser a nossa reflexão nesse período festivo. Avaliar se, a cada dia, estamos negando a nós mesmos, tomando a nossa cruz e seguindo ao homem que nasceu em uma manjedoura, sofreu perseguições e dores por amor a pessoas, nas quais a maioria delas não procuram retribuir o favor, embora pensem estar celebrando o seu nascimento. Como desejar Feliz Natal ao próximo quando não participamos das bênçãos do Filho de Deus? Soa esquisito, não acham?

Encher a pança de guloseimas ‘natalinas’ deveria ser privilégio dos que realmente entendem e vivem o propósito do nascimento de Jesus, que é de salvar o que estava perdido. Vendo assim, deveríamos dar Feliz Natal todos os dias a nós mesmos, para que a cada nascer do sol o Filho de Deus renasça em nossas vidas.

Que você viva a realidade do nascimento de Jesus.

Avivamento em Angola

Meus irmãos, estou nesse momento a falar via MSN com um pastor angolano, pertencente à denominação batista, me pedindo oração porque a Convenção Batista de Angola está a excluir de sua membresia as igrejas que estão despertando para as manifestações espirituais.

Está se cumprindo em algumas igrejas angolanas o que está escrito em Joel 2.28-29: E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito.

Peço também a vocês, que acompanham a este blog, que estejam orando para que Deus continue a confirmar no coração dos irmãos angolanos esta fome e sede pela busca do Espírito Santo, a fim de mover aquela nação em direção à comunhão plena com Deus.

Comentários acerca da vida de José – Parte 1

Estas são as gerações de Jacó. Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia más notícias deles a seu pai.
E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores.
Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiaram-no, e não podiam falar com ele pacificamente.
Teve José um sonho, que contou a seus irmãos; por isso o odiaram ainda mais.
(Gênesis 37.2-5)

Amados, acredite numa coisa: Deus tem sempre o melhor para os seus filhos (bem, isso se você é de fato filho). A condição apresentada pela Bíblia para nos tornarmos filhos de Deus é crer em Jesus Cristo: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome” (João 1.12).

Depois que me tornei pai, comecei a compreender melhor o relacionamento entre o homem e Deus. Se ele nos enxerga como filhos, logo, ao enxergar meu filho, de certa forma, o vejo como Deus me vê. Em alguns momentos, meu filho de 6 anos me pede certas coisas, que às vezes me dá vontade de rir, ainda mais quando ele diz que “é só ir no banco, pegar o dinheiro e comprar o que ele quer.” Imagino que Deus deve dar algumas risadas com certas orações…

O fato de Deus ter reservado algo muito bom para nós independe da nossa condição física, moral e espiritual. Deus quer te dar, e pronto. Agora, entre Deus querer nos dar alguma coisa, e nós estarmos preparados para receber a bênção, pode haver uma certa distância.

Isso aconteceu com José, filho de Jacó (Israel). Desde criança, sonhava com coisas grandiosas. Deus já estava apontando o futuro glorioso de José, a ponto de Jacó criar certa expectativa, sendo ele experiente com as coisas de Deus. Mas José, durante sua infância e juventude, não recebeu a educação necessária para tomar posse dessa bênção. Era um jovem que tinha prazer em difamar os seus irmãos, e usava os seus sonhos como forma de provocação perante seus familiares. A distância entre este jovem e o homem que se tornou governante da terra do Egito, salvando toda a sua geração da fome, era enorme.

E Jacó teve grande culpa nisso. Algo até compreensível, pois ele era um dos filhos de Raquel, a mulher que foi o amor de sua vida. Embora não fosse o filho caçula, recebia muitas regalias de seu pai, que devia lhe presentear constantemente.

A atitude diferenciada de Jacó em relação a José, deixando os ostros filhos de lado, somado ao jeito mimado de seu filho querido despertou a ira dos que estavam à sua volta, a ponto de seus próprios irmãos o odiarem, esquecendo o amor e os anos de convivência.

Embora Jacó percebesse que Deus havia preparado algo especial para José, não soube prepará-lo para isso. Talvez, quando pensou em mudar isso, era tarde demais, pois havia recebido a notícia de sua morte.

Diante deste quadro, passo um recado aos pais: devemos ser, verdadeiramente, tutores de nossos filhos. Se Jacó não tivesse mimado José, poderia ter evitado grande parte de seu sofrimento posterior. Não adianta querer que nossos filhos sejam pessoas voltadas para as coisas de Deus, se nós mesmos não damos o exemplo.

Para refletir: SOBRE PAIS E FILHOS, 3 — EU LAMENTO

Eu lamento os pais relapsos que até desejaram que seus filhos lessem a Bíblia, embora não o fizessem.
Eu lamento os pais omissos, que até esperaram que seus filhos se dedicassem à oração, apesar de nunca serem vistos por eles de joelhos à beira da cama.
Eu lamento os pais irresponsáveis que até insistiram para que seus filhos fossem à igreja, mas os levavam só nos domingos em que não tinham coisa “melhor” para fazer.
Eu lamento os pais críticos que até imaginaram que seus filhos acabassem se dedicando aos ministérios da igreja, como se fossem capazes de sobreviver à enxurrada de comentários depreciativos ao ensino da igreja, à música da igreja, à estrutura da igreja.
É como se eu pudesse me juntar a Davi em seu lamento pelo filho Absalão que, por falta de conselho do pai, seguiu os de Aitofel.
(prazerdapalavra.com.br)

A teologia pode matar

O artigo é extenso, mas vale a pena dedicar parte de seu tempo para lê-lo:

Cada um de nós tem uma teologia, que será pior ou melhor conforme lemos a Bíblia e nos relacionamos com o Deus nela revelado.
É através da teologia que o cristão vê Deus e o mundo e com eles se relaciona.
Nossa teologia advém de várias fontes, como a religião/denominação a que estamos integrados, os princípios apreendidos na família, os valores que povoam o mundo, nossas experiências de vida e os nossos temperamentos.
A pergunta que se levanta é: qual o papel da Bíblia em nossas visões teológicas? Idealmente, ela deveria ser a fonte autorizada de tudo o que pensamos. Na prática, porém, nós a lemos com as lentes que nos deram. Nossas experiências com Deus têm, na prática, mais a ver com as nossas experiências do que com a revelação que nos legou.
Nossa história nos forma mais que a própria Bíblia. Deveria ser diferente, mas nem sempre o é. Muitas vezes, cremos e fazemos com que a Bíblia autorize o que cremos. (A Bíblia que se encaixe!)

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Reino dos céus

“E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis. Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes. Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves? E qual de vós, sendo solícito, pode acrescentar um côvado à sua estatura? Pois, se nem ainda podeis as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. E, se Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não pergunteis, pois, que haveis de comer, ou que haveis de beber, e não andeis inquietos. Porque as nações do mundo buscam todas essas coisas; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não temais, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino” (Lucas 12:22-32).

O mundo atual gira em torno do capitalismo. De forma global. Amizades são forjadas pelo brilho do que você tem no seu bolso. Se aproximam de você pelas suas condições e posses.

Não tenho muitos amigos que tenham intimidade suficiente para frequentar a minha casa. E pretendo comprar um automóvel até o final do ano. Mas já estou me preparando psicologicamente para a quantidade de “amigos” que surgirão, saídos de saus tocas, atraídos pelo ronco do motor e cheiro de gasolina.

Eu tenho um “amigo” movido nesse sentimento. Se aproxima das pessoas por aquilo que elas podem oferecer, financeiramente falando. Ele já foi cristão, mas hoje desdenha de qualquer pessoa que o convida a ir a igreja, querendo humilhar as pessoas que, segundo palavras dele, “são acomodadas e esperam as coisas caírem do céu.”

Diante deste quadro, um amigo nosso em comum me deu o seguinte conselho: “Junior, você deve buscar ter as suas coisas melhores do que “fulano”, para que ele possa ver Deus em sua vida.”

Confesso que a princípio, segui esta orientação. Meu pensamento estava focado em conseguir as coisas melhores que a dele. Mas quando parei pra meditar nesse assunto, glorifiquei a Deus porque não comprei nada pra mim com esse sentimento de “ser melhor que o outro.”

No texto acima, Jesus nos orienta a não ficarmos preocupados com o que teremos. Vale mais a sua vida do que as coisas. Vale mais a pena buscar o Reino. Mas a maioria de nós, ao ler esse texto, se concentra na parte “todas essas coisas (comida, bebida, vestes etc.) vos serão acrescentadas.”

Depois que li esse texto, mudei a minha concepção sobre o ter ou não ter. Aprendi que somos dependentes do Senhor. O nosso esforço, sem a benção dele, acrescentará dores. Isso não significa que devemos ficar de braços cruzados, esperando que as coisas aconteçam do nada. A Palavra não nos orienta a ficar ociosos, mas sim despreocupados. Ter a certeza que no momento certo a benção que queremos vai chegar. Jesus nos ensina que a nossa primeira preocupação deve ser buscar o reino. E onde esse reino está, ou deveria estar?

…o reino de Deus não vem com aparência exterior; nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Ei-lo ali! pois o reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17:20-21).

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