Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. Habacuque 3.17-18
Irmãos, atualmente, o mundo vivencia uma crise econômica. Diariamente, ficamos sabendo que a empresa “x” vai demitir “y” funcionários, que vai reduzir a produção em “n”%, e por aí vai…
Mas até que ponto essa situação afeta o povo de Deus? Financeiramente, afeta. Porque Deus ainda não criou o supermercado para crentes, com produtos que custam 80% mais barato :-)
Mas a nossa esperança deve permanecer firme. Fé não se explica. Se sente. Devemos crer que, mesmo com uma economia falida, Deus não deixará faltar o necessário para as nossas vidas. Devemos ter a esperança de Habacuque. Nesse trecho do seu livro, ele cita várias tragédias econômicas. A economia de sua época era baseada, principalmente, na produção agrícola. E ele afirma que, mesmo que falte tudo isso, ele continuaria se alegrando no Senhor. Mas é isso que vemos por aí?
Hoje, se começa a ficar endividado, a primeira coisa que muitos fazem é questionar a Deus o porquê da situação estar assim. Aí, já pensam logo no dízimo que não deram, na oferta que esqueceram em casa etc. Então, oram a Deus e depositam dinheiro no ofertário da Igreja, pensando que ali é uma caderneta de poupança. Afinal, aquele que planta, colhe. E esperam o retorno multiplicado por muitas vezes, como ouvimos hoje em dia.
Esquecem que a adversidade vem para todos. Como sucede ao justo, sucede também ao ímpio (Eclesiastes 8.14). A diferença que nós, cristãos, temos a firme promessa de salvação pela fé em Jesus Cristo. É essa alegria que não podemos deixar ir embora.

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